quarta-feira, 12 de Agosto de 2009
Pausa
sexta-feira, 17 de Julho de 2009
quinta-feira, 16 de Julho de 2009
Qual silly season, qual quê!
Longe das lamechices, tenho passado preciosos momentos com os meus amigos e feito mil e uma coisas diferentes todos os dias. O trabalho, esse, tem os seus dias. Nunca disseram que seria fácil, não é? Mas um pouco de optimismo resolve as coisas! Depois das oito horinhas (às vezes mais...) que devo à 3ª maior companhia de TI do mundo - uuuuuhh - saio cá para fora e sou do mundo. E o mundo gosta de mim, pah!
Isto para vos contar um pouco do que tem feito os meus dias -
e que é, claramente, algo que vocês têm de fazer também! Ora, às terças-feiras, nada melhor que jantar por aí e seguir para a Roda de Choro de Lisboa - chorinho para os amigos ;) - no Lusitano Clube:

Depois, um saltinho (não por dentro de Alfama, please!! De salto alto e sem sabermos bem o caminho é sempre complicado...lol) até ao Tejo Bar. Ora, meus amigos, este pequeno recanto em Alfama é tão único que não tem cá essas modernices dos sites e etcs. Só mesmo vendo. Só mesmo cantanto. Uma e outra noite... é fantástico!
Quartas-feiras...essas já são incontornáveis no Eddy's Kitchen. Restaurante de sushi alentejano de um amigo - conceito super à frente, estranho ao primeiro olhar e ao primeiro sabor, mas depois entranha-se e muito! A comida é deliciosa e, a cada semana, há sempre algo novo para provar. Ainda por cima, às 4ªas, temos lá a Isabel Almaça a cantar para nós ^^) Isn't it wonderful?
E hoje...bom, hoje seria a noite das meninas at alegro. Mas também merecemos o nosso descanso do social - e esta noite estou entregue ao gelado de morango e ao último episódio da 5ª série de Grey's Anatomy. Ai ai....já preparei os lenços!! =P
segunda-feira, 13 de Julho de 2009
Alpha Team
Colocar a conversa bem em dia, rir q.b. e margaritar até dizer chega!
Depois... descobrir que mais dois amigos meus vão dar o nó!!!!! =D
E são estas coisas que fazem de mim uma pessoa feliz. E não digas que não, Helena Isabel Santos, porque tudo o resto não passam de folhas arrancadas pelo vento...
segunda-feira, 6 de Julho de 2009
Just not quite yet...
segunda-feira, 29 de Junho de 2009
Nãaaaaaaoooo...
terça-feira, 23 de Junho de 2009
Moi je joue
Moi je joue à joue contre joue
Je veux jouer à joue contre vous
Mais vous, le voulez-vous?
De tout coeur
Je veux gagner ce coeur à coeur
Vous connaissez mon jeu par coeur
Alors défendez-vous
segunda-feira, 22 de Junho de 2009
I *heart* ...
E, já agora, obrigada por me espreitarem de vez em quando ;)
domingo, 21 de Junho de 2009
Cenas de um fim-de-semana
quinta-feira, 18 de Junho de 2009
Já vos tinha contado...
Hoje estava mesmo a precisar de algo diferente, vai daí, toca de ir ao cabeleireiro. Quando lá cheguei, quem é que estava a olhar para mim com um grande sorriso? Precisamente o rapaz da última vez! E não é que me reconheceu? Reconheceu, foi um querido e, como se não fosse suficiente, ainda me ofereceu "shiiiu, não contes a ninguém ;)" a massagenzinha ao couro cabeludo (lol) que me soube a um pedacinho de céu! 15m nas mãos dele e senti-me como nova. E, ao fim de uma horinha, estou mesmo diferente!
Caramba, que delícia...
Coisas que não valem a pena
segunda-feira, 15 de Junho de 2009
Air Traffic - No More Running Away
Shared via AddThis
No outro dia descobri-a e não consegui perceber de onde vinha.
Hoje, ouvi-a num blog amigo e não resisti a partilhá-la aqui. =)
É algo de fantástico, esta música!!
It's people scattered on the floor,
Cool war kids are running out of time,
It's such a shame to see,
It's such a shame to feel the way,
The sun comes streaming throught the clouds,
Dust and dirt are settled all around,
I hear the same old words,
I see the same old warning scars,
We're out of luck this time,
We've fallen apart,
We're out of luck this time,
Tears are rolling down my face,
Feeds the fear that's running through the stream,
And oh I don't wanna feel,
But I don't wanna feel this way,
We're out of luck this time,
We've fallen apart,
We're out of luck this time,
No more running away
No more running away
No more running away
No more running away
No more running away
No more running away
No more running away
No more running away
No more running away
No more running away
We've fallen apart
We're out of luck this time,
We've fallen apart,
We're out of luck this time
sábado, 13 de Junho de 2009
The Devil is in details...
your Look.
the Aroma.
the Taste of your kisses.
the way your Touch feels like.
the Sound of your voice.
your speach's Smoothness.
the Surprise of your body.
Butterflies in my stomach.
that Hug.
My Strength.
your Breath on my breast.
the warmth of your Skin.
Feel.
Make.
L-O-V-E.
13 Junho 2009
Vejo o mar a cada esquina
Esta Lisboa tem ondas
No andar de uma varina
Cidade tão antiga, cidade amiga,
Modesta e bela,
Varia com as marés
e tem o Tejo a seus pés a chorar de amor por ela
Cidade de mil cantigas
Nasce a canção como a flor
Na boca das raparigas
Andam cantigas de amor
Cidade tão antiga, cidade amiga,
Modesta e bela,
Varia com as marés
e tem o Tejo a seus pés a chorar de amor por ela
Ai a chorar de amor por ela…
quinta-feira, 11 de Junho de 2009
ELE há coisas...
sábado, 6 de Junho de 2009
Choose Love
But I look for you all the time
I choose to run
But I'm begging for you to come
I wanna break
But I know that you can take
I stay a while
To be sure that you're by my side
Oh, oh
Don't look at me, just look inside
'Cause I can go through
Tell me, are you goin' tired
Of what I don't do
I wanna see, I wanna fight
'Cause I don't feel scared
Honey, if you care
I choose to find
Things that you left behind
I choose to stare
But I can take you anywhere
I wanna stay
But my soul leaves you anyway
Can close the door
And love, could you give me more
Don't look at me, just look inside
'Cause I can go through
Tell me, are you goin' tired
Of what I don't do
I wanna see, I wanna fight
'Cause I don't feel scared
Honey, if you care
Choose love, choose love, love
Choose love, choose love, oh
[Rita RedShoes]
quinta-feira, 4 de Junho de 2009
terça-feira, 2 de Junho de 2009
Sinais
Um dia ouvi isto e gostei. Pensei que era mesmo assim e convenci-me que o mundo está cheio de sinais. Depois disseram-me que tinha de saber descodificar cada pequeno gesto e ver através dele. Quando e como começou esse mito urbano dos sinais? Hoje estou zangada com o destino. Por que carga de água me vem ele dizer que eu não posso gostar de ti?? Porque insistem os sinais em ser difusos, falaciosos, trapaceiros?
Diz-me, que dirias tu se alguém te olhasse tão fundo nos olhos que te sentes nu(a)?
E, logo a seguir, te repele e te queima?
Não são sinais. São palermices. Isto não tem um segundo sentido qualquer. Tem apenas uma explicação: não sente o mesmo que tu. Não tem medo. Não teme magoar-te. Apenas não gosta de ti. Não, o destino não te pregou uma partida e ele não vai aparecer do nada, dizendo que gosta de ti. Que sempre gostou e tretas afins. Isto não é um filme. Sinais? Destino? Já não acredito nessas coisas. Para mim, hoje, são invenções de Hollywood para vender mais bilhetes. É isso. Porque andamos nisto há demasiado tempo para ainda pensarmos que conseguimos iludir a realidade. Para quê prolongar a dor? Ou escondê-la? Nem uma coisa nem outra vão adiantar de muito. Adocicar as coisas e dizer que “it wasn’t meant to be” é dar a Hollywood mais uma boa receita. E é colocar nos nossos olhos mais uma venda. Chegamos a este ponto já completamente cegos. Eu estou. Eu sinto-me cega.
Não gosto de ser pessimista.
Tenho por mania – é um dos traços mais fortes da minha personalidade – romantizar as coisas, colocar cores em cada palavrinha, tirar segundos sentidos de cada gesto e tornar o mundo num grande cenário perfeito. Hoje já chega.
Ele tornou-me fria. Tu fizeste-me real.
(Até voltar a entrar no carrocel…)
segunda-feira, 1 de Junho de 2009
Aconteceu...
…no meu mundo até isto fazia sentido. No meu mundo estás apenas hesitante em aceitar. Aqui, voltas para mim a cada momento e queres-me como é crime querer alguém. No meu mundo a amizade floresce e recomeça assim, um novo capítulo. Algo mais bonito e precioso – é no meu mundo. Nestas margens, basta um olhar para te sentir. E basta um toque para que aconteça magia. Uma respiração e, no meu mundo, não precisamos de mais nada. No meu mundo, é de mim que tens saudades e é a mim que pensas beijar, a toda a hora. Debaixo deste sol não tenho medo das minhas palavras ou das consequências que os meus actos possam ter. No meu mundo sou livre de te dizer o quanto te quero. Quanto te olho. Quanto te sinto distante e quanto te tenho perto. O quanto te espero. No meu mundo és meu. No meu mundo apaixonei-me por ti. No meu mundo, nem vi acontecer – mas quis que acontecesse. No meu mundo disse-te tudo isto, sem que fugisses.
domingo, 31 de Maio de 2009
segunda-feira, 11 de Maio de 2009
Estrela da Tarde
Eu esperava por ti, tu não vinhas tardavas e eu entardecia
Era tarde, tão tarde, que a boca, tardando-lhe o beijo, mordia
Quando à boca da noite surgiste na tarde tal rosa tardia
Quando nós nos olhamos tardamos no beijo que a boca pedia
E na tarde ficamos unidos ardendo na luz que morria
Em nós dois nessa tarde em que tanto tardaste o sol amanhecia
Era tarde demais para haver outra noite, para haver outro dia.
Meu amor, meu amor
Minha estrela da tarde
Que o luar te amanheça e o meu corpo te guarde
Meu amor, meu amor
Eu não tenho a certeza
Se tu és a alegria ou se és a tristeza
Meu amor, meu amor
Eu não tenho a certeza
Foi a noite mais bela de todas as noites que me aconteceram
Dos noturnos silêncios que à noite de aromas e beijos se encheram
Foi a noite em que os nossos dois corpos cansados não adormeceram
E da estrada mais linda da noite uma festa de fogo fizeram
Foram noites e noites que numa só noite nos aconteceram
Era o dia da noite de todas as noites que nos precederam
Era a noite mais clara daqueles que à noite amando se deram
E entre os braços da noite de tanto se amarem, vivendo morreram
Eu não sei, meu amor, se o que digo é ternura, se é riso, se é pranto
É por ti que adormeço e acordo e acordado recordo no canto
Essa tarde em que tarde surgiste dum triste e profundo recanto
Essa noite em que cedo nasceste despida de mágoa e de espanto
Meu amor, nunca é tarde nem cedo para quem se quer tanto!
Este é, de longe, um dos poemas mais lindos que já li.
Escrito por Fernando Tordo, capta tantas emoções quantas as que são possíveis descrever em palavras. É um elogio aos amores platónicos. Às paixões vividas em desassossego. Tem, sobretudo, um cariz tão carnal, tão desesperado e intenso que é impossível de não se sentir. Se quiserem ouvir este poema, aconselho esta versão. Bom demais para não se apreciar.




